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Especialidades

É o exame rotineiro de avaliação da saúde ocular, que consta de exame externo, medida da acuidade visual, exame de fundo de olho, refração (exame de óculos, biomicroscopia, exame microscópico do segmento anterior ocular), tonometria (medida da pressão intraocular). É a partir desse exame que se avalia a necessidade de exames e procedimentos complementares, além do encaminhamento para as diversas subespecialidades oftalmológicas que você irá encontrar em nossa clínica, como córnea, glaucoma, catarata, retina, lentes de contato, entre outros.

Nosso olho possui duas lentes naturais, cuja função é focalizar a imagem na retina; uma delas, a externa é a córnea e a segunda, o cristalino.

Essas lentes são transparentes à custa de um equilíbrio ótimo de água que é regulado por algumas células especializadas: o endotélio da córnea e as células da cápsula do cristalino. Quando existe algum transtorno ao funcionamento dessas células, teremos uma opacificação, quando se perde a transparência para a passagem da luz e consequentemente, haverá o comprometimento da visão. As células da córnea são mais resistentes e por isso, felizmente, as doenças da córnea são menos comuns, mas as células da cápsula do cristalino são mais sensíveis a vários fatores que comprometem seu funcionamento mais cedo, dentre eles a idade, a Diabetes Melitus, o uso de corticoide ocular, nasal, intra-articular, traumas oculares, processos inflamatórios intraoculares, entre outros, ocasionando a opacificação do cristalino, que denominamos Catarata. Doenças congênitas, dentre elas a Toxoplasmose sistêmica, a Rubéola, algumas doenças ligadas ao Metabolismo, podem originar Catarata e a criança nascer com o cristalino opacificado; portanto, Catarata não é uma doença só do paciente idoso, mas pode ocorrer em qualquer idade.

A consequência da opacificação do cristalino é dificultar a passagem da luz para o interior do olho, e com isso, não haverá a focalização da luz na retina (camada interna de nosso olho que recebe a luz e a transforma em estímulo nervoso que será enviado ao cérebro, onde entendemos a imagem recebida). A opacificação é progressiva, assim como a dificuldade e a perda da visão, até que se submeta a um tratamento definitivo.

Tratamento da Catarata:

Não existe nenhum colírio ou medicação oral que possa restituir a função das células da cápsula do cristalino. Uma vez com Catarata, o tratamento é cirúrgico, ou seja, remove-se o cristalino opacificado que impede a passagem da luz e no seu lugar, implanta-se uma lente intraocular, previamente calculada para substituí-lo.

A cirurgia de Catarata, nos dias de hoje, deixou de ser o grande problema que era no passado, quando era necessário aguardar o “amadurecimento” da Catarata. Com a evolução e as modernas técnicas de que dispomos, o cristalino opacificado pode ser removido por incisões minúsculas (2,2milímetros) e por essa pequena incisão, implantar uma das modernas lentes intraoculares dobráveis de material biocompatível, com excelentes resultados. Por se tratara de incisão muito pequena, a cirurgia é realizada com anestesia tópica, ou seja, apenas gotas de colírio anestésico são suficientes para anestesiar para o procedimento. Associa-se Sedação leve, realizada por médico anestesista especializado.

Vantagens adicionais:

O propósito fundamental da cirurgia de Catarata é restabelecer a visão, mas há algumas vantagens que podem ser conseguidas, desde que os exames oculares específicos estejam permitam. Uma delas é a correção do grau de Miopia ou Hipermetropia que o paciente apresente, permitindo uma visão para longe sem óculos, embora necessitando de óculos para leitura. Em casos selecionados é possível implantar lentes intraoculares multifocais, que irão permitir visão de longe e de leitura sem necessidade de óculos para mais de 90% das atividades diárias. Há também lentes intraoculares trifocais para aqueles pacientes que necessitam também de boa visão intermediária sem óculos. Em outros casos, pacientes que apresentam Astigmatismo (diferença na medida dos meridianos da córnea), poderão optar pelas lentes intraoculares tóricas, que corrigem o Astigmatismo, não sendo necessário usá-las nos óculos.

O tratamento da Catarata e o implante das lentes intraoculares é definitivo, não havendo necessidade de substituí-las pelo resto da vida.

Enxergar bem é uma das condições principais de segurança e de qualidade de vida.


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Plástica ocular ou Óculo plástica é a subespecialidade da Oftalmologia que estuda e trata clínica e cirurgicamente, as anormalidades funcionais, tumorais e estéticas das pálpebras, músculos perioculares, cílios, supercílios, glândulas e aparelho lacrimal.

Há grande variedade de cirurgias e procedimentos (conforme link“cirurgias”) com objetivo de melhorar o posicionamento das pálpebras e cílios, a estética palpebral e dos supercílios, espasmos palpebrais e dos músculos perioculares , tratamento das lesões tumorais, entre outros.

  • Anel Estromal
  • Crosslinking de Colágeno
  • Transplante de Córnea
  • Adaptação de Lente de Contato
  • Ceratite e Úlcera de Córnea
  • Ceratocone

É a subespecialidade da Oftalmologia que propõe o tratamento cirúrgico das ametropias (miopia, hipermetropia e astigmatismo), após estudo minuncioso da córnea, a fim de avaliar a possibilidade de cirurgia e a técnica a ser escolhida.

É a estrutura ocular responsável por captar os estímulos luminosos do ambiente em estímulos elétricos, que podem ser interpretados por nosso cérebro.

A retina é uma fina camada que recobre o fundo do olho, e é composta por tecido neurológico, sendo portanto um prolongamento do cérebro. Por isso, danos à retina devem ser sempre evitados, pois muitas vezes podem acarretar danos irreversíveis.

A região central da retina recebe um nome especial: mácula. Dependemos desta região para nossa visão de detalhes.

Diversas doenças acometem a retina, mas felizmente graças ao desenvolvimento tecnológico observado nas últimas décadas, existem tratamentos para muitos destes problemas, quer sejam clínicos ou cirurgicos.

Especificamente na região da mácula, podemos citar as seguintes doenças mais comuns:

  • Degeneração macular relacionada à idade (DMRI);
  • Edema (inchaço) macular secundário a diabetes ou tromboses da veia da retina;
  • Buraco de mácula;
  • Membrana epirretiniana;
  • Toxicidade relacionada ao uso de derivados de cloroquina ou de tamoxifeno.

Além da mácula, o restante da retina pode ser afetado por doenças como o diabetes e a hipertensão arterial. Em casos avançados, podem se formar novos vasos que crescem para dentro do olho e sangram no gel vítreo, necessitando-se muitas vezes de cirurgias para remoção dos coágulos e cauterização com laser.

DESCOLAMENTO DE RETINA

O descolamento da retina é uma condição relativamente comum, relacionada a buracos que se formam na periferia da retina. A retina, como já foi dito, pode ser imaginada como o papel de parede que recobre o fundo de olho, e quando descola, é como se este papel de parede desgrudasse e caísse para o centro da sala.

Os principais fatores de risco para rasgaduras de retina são traumas oculares e alta miopia (acima de 6 graus), mas mesmo pessoas sem estes fatores podem ter descolamento de retina.

Geralmente, os primeiros sintomas são novas moscas volantes e/ ou flashes luminosos, que antecedem ao descolamento. Por esse motivo, essas queixas sempre preocupam o médico oftalmologista e devem ser valorizadas. Pessoas com novas moscas volantes ou flashes de luz devem ser rapidamente examinadas com a pupila dilatada, para uma checagem cuidadosa da periferia da retina. Caso seja encontrado algum rasgo/ buraco na vigência destes sintomas, este rasgo deve ser cauterizado com laser a fim de ser selado e prevenir o descolamento da retina.

Caso a retina descole, deixa de receber nutrição adequada e as células visuais começam a se deteriorar, de modo que o descolamento de retina deve ser corrigido com urgência, se possível antes da mácula ser afetada. Uma pessoa com descolamento de retina se queixa de uma cortina escura, que progressivamente recobre o campo de visão. No campo onde a retina está descolada, a visão fica escura e se o centro for afetado, a visão cai bastante.

Tratamento do descolamento de retina
Existem três maneiras de se corrigir o descolamento de retina:
1 - Retinopexia pneumática
2 - Retinopexia com Introflexão Escleral
3 - Vitrectomia posterior

Conforme anteriormente dito, vivemos em uma época em que os avanços de tecnologia proporcionam melhora na nossa qualidade de vida, pois podemos tratar e controlar condições que antes causavam perda intratável da visão.

A partir de 2006, utilizamos injeções intraoculares de antiangigênicos para tratamento de diversas doenças que acometem a mácula. As injeções são aplicadas com anestesia local, e com uma agulha extremamente fina, para minimizar o desconforto. O procedimento, que inicialmente pode assustar à primeira vista, é bastante tolerável e o desconforto é considerado leve para a grande maioria das pessoas.

Essas medicações que chamamos de antiangiogênicos, têm duas ações principais:

  • Regressão de vasos malformados;
  • Melhora do inchaço da mácula