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Exames

Este exame é realizado quando se quer estudar a circulação da coroide, que é uma camada de vasos mais profunda que a retina. Utiliza-se muito este exame em casos de degeneração macular umida, para avaliar melhor as estruturas do fundo de olho. É realizado injetando-se na veia do braço um contraste chamado Indocianina Verde, que possui em sua composição iodo, portanto é contraindicado em casos de alergia a iodo ou a frutos do mar. Há necessidade de dilatação pupilar. Em nossa clínica, assim como no exame de Angiofluoresceinografia, temos dois diferenciais importantes: utilizamos o aparelho HRA Spectralis Heidelberg, que confere ótima resolução das imagens, e o exame sempre é realizado por médico.

É uma fotografia especial do fundo do olho, realizada com um aparelho que utiliza uma tecnologia chamada Oftalmoscopia Confocal com Escaneamento a Laser (em inglês, cSLO). Este exame é uma maneira de avaliar a saúde do fundo de olho, sobretudo na região central, chamada de mácula. O aparelho a laser é muito sensível e fotografa a quantidade de lipofuccina, que é um pigmento contido nas células visuais. Quando há muito pigmento, existe hipoautofluorescência e é um indicativo de sofrimento do tecido; quando há hipoautofluorescência, isso geralmente indica falta de células na região. Este exame não necessita de preparo adicional a não ser a dilatação das pupilas. Em nossa clínica, utilizamos o aparelho HRA Spectralis Heidelberg para realização deste exame.

O procedimento consiste em realizar algumas medidas do olho com a finalidade de calcular o poder (grau) da Lente Intraocular (LIO) que será implantada na cirurgia de Catarata. São realizadas várias medidas do comprimento ocular (Comprimento Axial) e da curvatura da córnea (Ceratometria), para posterior cálculo do poder da LIO.

Na grande maioria dos casos, usa-se a Biometria óptica, que baseia-se em Interferometria a LASER ou OCT. Nesses casos, não há necessidade de aplicar qualquer medicacão.

Nos raros casos em que a Catarata está muito avançada e não permite a passagem do LASER, utiliza-se o método ultrassônico (Ecobiometria). Nesses casos, haverá necessidade de instilar colírio anestésico.

Em ambas as técnicas de Biometria: Óptica ou Ultrassônica, não há necessidade de dilatação das pupilas.

Em casos especiais, como nas córneas que foram operadas para correção de Miopia ou Hipermetropia, Transplantes de córnea prévio, Ceratocones, Implante prévio de anel corneano, indicação de LIOs para correção de Astigmatismo, etc, haverá necessidade de associar outros procedimentos para estudo da córnea, como a Topografia corneana ou a Tomografia de córnea. Se o Sr.ou a Sra. não tem esta informação, entre em contato conosco e teremos prazer em esclarecê –lo (a).

Nos usuários de Lentes de Contato, o exame será mais preciso se o paciente descansar do uso das lentes, em média por uma semana para lentes gelatinosas e duas semanas para lentes siliconadas (Gás-permeáveis).

Outra providencia importante é utilizar um colírio lubrificante durante os 5 ou 7 dias que precedem o exame. Isso aumentará a precisão dos resultados. Se o Sr. ou a Sra. não conhece algum lubrificante, entre em contato conosco e teremos prazer em indicar um deles.

É um exame muito utilizado para o diagnóstico e seguimento de glaucoma e outras afecções do nervo óptico. Neste exame, não é necessária dilatação e testa-se um olho por vez. O paciente é posicionado em frente a uma cúpula e orientado a olhar para um ponto fixo no centro do aparelho. A partir daí, estímulos luminosos são projetados na cúpula com intensidade de luz variável, e quando o paciente vê o estímulo, aperta uma campainha. Com isso, desenha-se o campo de visão de cada olho. Este exame leva alguns minutos e é um pouco monótono, portanto recomenda-se estar descansado, dormir bem, e usar colírio lubrificante antes do exame em caso de olho seco.

A pressão dos olhos (denominada Pressão Intraocular) varia no decorrer do dia e conhecer seu valor máximo é importante para o controle de doenças como o glaucoma. Para tanto, uma das maneiras é medir a pressão diversas vezes ao longo de um dia, traçando uma curva pressórica similar ao que se faz para a pressão arterial no exame chamado "MAPA".

Tipo de retinografia, descrito acima, onde duas fotos pareadas são realizadas, de modo que o médico pode ter uma visão tridimensional do nervo óptico, conseguindo analisar melhor a escavação, que é a depressão do nervo de onde emergem os vasos do fundo de olho. Este exame é muito importante para o seguimento de pacientes com suspeita ou diagnóstico de glaucoma, entre outras indicações.

Este exame visa examinar detalhadamente o ângulo formado pela córnea e pela íris (o colorido do olho). Diversas estruturas importantes para a boa saúde dos olhos estão localizadas nesta pequena região. Para citar um exemplo, o escoamento do humor aquoso (o líquido produzido pelo olho) é feito nesta região, de modo que alterações destas estruturas podem dificultar a drenagem e causar aumento da pressão ocular, originando uma doença chamada glaucoma. Para a realização deste exame, não se deve dilatar a pupila; uma gota de anestésico é instilada e uma lente apropriada encosta na córnea. O exame é rápido e o desconforto é mínimo. Apenas como curiosidade, através deste exame que se determina se o glaucoma é de ângulo aberto ou fechado.

É um procedimento a laser indicado para pessoas que tenham a parte anterior do olho muito estreita, com as estruturas intraoculares se encostando. Doenças como o glaucoma agudo e o glaucoma crônico de ângulo estreito são tratados e/ou prevenidos com este procedimento rápido e eficaz.

Geralmente, a necessidade de se realizar esse procedimento é constatada através de um exame chamado gonioscopia. Para a realização do procedimento, alguns colirios para fechar a pupila e para evitar subida da pressão ocular são instilados; após anestesia com colírio, encosta-se uma lente no olho, que permite ver a íris com detalhe, e um pequeno furo a laser é feito, geralmente na parte mais superior da íris, que fica escondida pela pálpebra. O desconforto é mínimo e passageiro, e um certo embaçamento visual dura algumas horas.

Este exame é realizado com dilatação das pupilas, e objetiva examinar detalhadamente todas as estruturas do fundo do olho, anotando cada alteração como se nosso fundo de olho fosse um mapa. Daí o nome mapeamento. Em muitos casos, o mapeamento é solicitado pelo clínico, endocrinologista ou geriatra, para avaliar melhor o controle de doenças como o diabetes, a hipertensão arterial ou se existe inchaço no nervo óptico. Em outros casos, o mapeamento de retina é solicitado pelo médico oftalmologista, e diversas condições como rasgaduras de retina, descolamento de retina, sangramentos, ou doenças da mácula, podem então ser diagnosticadas e tratadas.

Utilizado de forma ambulatorial para a avaliação do endotélio corneano, quantitativa e qualitativamente, em pacientes portadores de doenças corneanas ou naqueles que serão submetidos a cirurgias intra-oculares, auxiliando no planejamento cirúrgico, visando a prevenção de perda endotelial durante o procedimento.

Importante no acompanhamento de afecções endoteliais e no planejamento do transplante de córnea.

É a sigla correspondente a Tomografia de Coerência Óptica (do inglês Optic Coherence Tomography). Essa tomografia à base de luz é indolor, geralmente necessita de pouca dilatação, e nos dá imagens de perfil de todas as camadas do fundo de olho. Numa analogia, é como se pudessemos fazer um corte a laser em uma parede e ver a camada da tinta, do reboque e dos tijolos, como numa maquete.

Este exame auxilia sobremaneira no diagnóstico e acompanhamento de diversas doenças da mácula, como a degeneração macular relacionada à idade, o edema macular diabético, o diagnóstico e medidas de um buraco macular, entre tantas outras indicações. Para pessoas com diagnóstico ou suspeita de glaucoma, este exame é muito útil pois quantifica a camada de fibras do nervo óptico, que é justamente a camada atingida pela doença, e geralmente mostra alterações de maneira mais precoce que o exame de campo visual.

Os aparelhos mais modernos de OCT conseguem fazer uma aquisição tão rápida que é possível reconstrução tridimensional do fundo de olho. Nossa clínica conta com o OCT de quarta geração da Heidelberg, que proporciona aquisição extremamente rápida de imagens com excelente resolução.

Este exame mede a espessura de nossa córnea. É um exame muito importante em casos de glaucoma, pois córneas muito grossas ou muito finas podem falsear a medida da pressão ocular. Casos pré e pós cirurgia de correção de grau também precisam da medida da espessura da córnea.

O equipamento realiza uma Tomografia corneana, analisando a curvatura anterior e posterior, através de mapas de curvatura e elevação, além de mapas de espessura corneana, identificando as áreas mais delgadas associadas com diversas patologias corneanas.

É possível, através do Pentacam, prever o prognóstico de cirurgias corneanas, bem como a possibilidade de ectasia pós-operatória, dessa forma contra-indicando cirurgias refrativas por ablação. À análise do Astigmatismo corneano e todas as suas variantes, diagnóstico e acompanhamento de Ceratocone, Degeneração pelúcida, entre outras patologias degenerativas, soma-se o estudo da aberrometria corneana e indicação precisa da melhor lente intraocular para aquele olho estudado. É fundamental para a indicação de implantes de lentes intraoculares tóricas, pela quantificação do Astigmatismo corneano irregular.

Trata-se de um equipamento fundamental para o estudo, diagnóstico e acompanhamento de patologias corneanas.

Nada mais é que o nome dado à fotografia do fundo de olho, feita com um aparelho especial chamado retinógrafo. Este exame é usado para documentação das estruturas do fundo de olho e facilita muito o seguimento ao longo do tempo, pois permite comparar fotos tiradas em diferentes momentos (antes e depois do tratamento, ou ao longo de diversos anos). Este exame não necessita de preparo adicional a não ser a dilatação das pupilas. Em nosso consultório, utilizamos o aparelho Zeiss Visucam para realização deste exame.

Neste exame, injeta-se um contraste, chamado fluoresceína sódica, na veia do braço e se realizam filmes e fotografias seriadas do fundo do olho. Este exame consegue fornecer diversas informações ao médico, tais como o tempo de circulação do contraste no organismo, a circulação da retina e a profundidade de determinadas lesões da retina, além de discriminar se há vazamento do contraste ou se a lesão já é cicatricial, o que fornece diversas informações ao médico solicitante. O exame de angiofluoresceinografia costuma ser bem tolerado, mas cerca de 5% das pessoas podem sentir náusea. Por este motivo, recomendamos duas horas de jejum prévio. Há necessidade de dilatação pupilar. Em nossa clínica, temos dois diferenciais importantes: utilizamos o aparelho HRA Spectralis Heidelberg, que confere ótima resolução das imagens, e o exame sempre é realizado por médico. Vale ressaltar que este contraste não possui iodo.

Neste exame, testa-se separadamente cada olho com a correção para perto. Uma grade quadriculada com um ponto central é posicionada em frente ao olho testado, pedindo-se que se fixe no ponto central. A pessoa que está sendo testada descreve então os achados: se existem manchas (claras ou escuras), ou se existe distorção das linhas (sintoma denominado pelo médicos de metamorfopsia). Este simples exame, quando alterado, sugere alterações da mácula com necessidade de mais exames para elucidação do diagnóstico.

O Teste de Cores de Ishihara visa o diagnóstico de alterações na visão de cores, que pode ser completa ou parcial. O teste compreende uma série de páginas com pontos coloridos, que formam diferentes números. Para uma pessoa que enxerga cores normalmente, não há dificuldade em identificar o número no meio dos pontos, mas alguém com deficiência de visão de cores verá apenas um conjunto de bolas sem isolar nenhum número.

Outra maneira de se aferir a pressão máxima dos olhos. Ao invés de se medir a pressão ao longo do dia, pede-se ao paciente que tome 1 Litro de água e medimos a pressão após 15, 30 e 45 minutos. Estudos realizados no Hospital das Clínicas demonstraram que o pico da pressão neste exame é igual ao pico da pressão se medirmos ao longo do dia. Esta maneira costuma ser mais conveniente ao paciente, pois todo o exame é realizado em 1 hora, ao invés do dia inteiro necessário para a curva tensional diária.

É uma das opções utilizadas para abaixar a pressão dos olhos, em pessoas portadoras de glaucoma. Consiste em realizar aplicação de laser numa estrutura ocular chamada trabeculado, de modo a aumentar o escoamento do líquido intraocular e portanto diminuir a pressão. Para a realização deste procedimento, é necessário anestesiar os olhos com colírio e encostar uma lente no olho. A aplicação do laser demora alguns minutos, e um colírio é instilado após para evitar picos de pressão ocular.

Trata-se de um procedimento que visa estudar a superfície corneana e suas curvaturas, diagnosticar e classificar o tipo de Astigmatismo, bem como diagnosticar afecções corneanas, entre elas, o Ceratocone.

Trata-se de um exame importante para o teste e adaptação da melhor lente de contato (LC) para aquele caso, bem como para o acompanhamento periódico nos usuários de LC.

No pré-operatório de cirurgias refrativas, para a indicação, planejamento cirúrgico e acompanhamento periódico dessas córneas.

Nos pacientes portadores de Ceratocone, para diagnóstico, acompanhamento da evolução da doença e eventual indicação de “Cross-link” ou cirurgia.

Nos pacientes submetidos a Transplante de Córnea, para acompanhamento e orientação na remoção dos pontos, visando miinimizar o Astigmatismo desses casos.

Nos pacientes em pré-operatório de Catarata, para avaliar o poder corneano, na indicação de lentes intraoculares para correção de Astigmatismo e no pós operatório para cálculo do Astigmatismo residual e sua correção.

São inúmeras as indicações da Topografia corneana, tendo sido citadas algumas delas.

O procedimento é não invasivo, não havendo necessidade de dilatação das pupilas e não havendo qualquer restrição após realizado.

Para melhor resultado do procedimento, recomenda-se o uso de colírio lubrificante durante os 5 ou 7 dias que precedem o exame. Isso aumentará a precisão dos resultados. Se o Sr. ou a Sra. não conhece algum lubrificante, entre em contato conosco e teremos prazer em indicar um deles.

Utilizada para diagnóstico de diferentes estados patológicos oculares e orbitários, de forma não invasiva, especialmente nos casos em que outros exames são impossíveis pela não visualização das estruturas, como opacidades de córnea, pupilas mióticas, hemorragias vítreas, etc.

Por ser método não invasivo e sem radiação, é excelente para o acompanhamento da evolução das lesões e resultado do tratamento, além de planejamento cirúrgico em alguns casos.